No princípio
havia a natureza, e só.
O mundo era bonito, simples e sem deus.
Até que o zen a penetrou
expandindo o vazio aos seus limites.
Agora não existem deus nem eus.
A partir dela, o amor entrou no zen.
Foi visto que seus caminhos convergem
para o "morrer em" dos separados.
E, por fim, a união dos corpos
que é pura natureza, imanente
encontrou o amor e transcendeu, fechando o ciclo.
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