segunda-feira, 21 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Solidão - Tom Zé
"...Solidão, que poeira leve
Solidão, olha a casa é sua
O telefone chamou
Foi engano..."
Solidão, olha a casa é sua
O telefone chamou
Foi engano..."
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
O FIM DA PICADA!!
Cada um em seu lado, mudos e estáticos.
Nada a declarar.
Dentro do peito uma vontade de gritar e dizer que não dá mais.
Não tenho coragem.
O olhar tão fixo nos meus olhos parecem transmitir toda a indignação e revolta que estou gerando.
Toda dúvida e toda a certeza que não quero mais isso.
Repentinamente levanto da mesa e exclamo:
Pepsi!!! Por que não comprastes Coca Cola?
Nada a declarar.
Dentro do peito uma vontade de gritar e dizer que não dá mais.
Não tenho coragem.
O olhar tão fixo nos meus olhos parecem transmitir toda a indignação e revolta que estou gerando.
Toda dúvida e toda a certeza que não quero mais isso.
Repentinamente levanto da mesa e exclamo:
Pepsi!!! Por que não comprastes Coca Cola?
quarta-feira, 16 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Olhando ele na cama do hospital, depois do choque pela imagem, a reflexão só me trazia uma palavra à mente: história.
No quarto ao lado, e nos outros ao redor, estavam mães pós-parto. Histórias que ali começavam, ao lado de uma que terminava.
Meu avô morreu hoje, aos 77 anos de idade, por decorrência de um câncer devastador encontrado há poucos meses. Mas da pessoa que conheci já havia me despedido sem saber a mais tempo, antes do quadro se agravar. A última lembrança que terei dele é ainda em sua casa, quando já reclamava das seqüelas da cirurgia e sentia algumas dores, mas num momento se levantou e colocou no som uma de suas “bandinhas” de música alemã que tanto gostava e ouvia nos domingos. Ainda se animou a bater o pé no ritmo, olhando fixo pro chão. Talvez tenha sido a última vez que fez isso.
O carroceiro de Porto Vitória, quando jovem. O verdureiro da vizinhança, depois de velho. Sempre admirei ele fazer as coisas com as próprias mãos. Sabia carpintaria. Tinha uma estante com ferramentas que estavam durando há cerca de 50 anos, imagino. Mas também sabia muito da terra, do mato e do clima. Falava da natureza, nas suas caminhadas, coisas que nunca aprendi na faculdade.
Eu já sabia que quando ele se fosse ficaria pensando no quanto mais poderia ter aprendido com ele. Acho que, no fim, o maior legado que uma pessoa pode deixar é uma família. Sua história está feita. Sou grato à ele pela dedicação com que criou minha mãe.
No quarto ao lado, e nos outros ao redor, estavam mães pós-parto. Histórias que ali começavam, ao lado de uma que terminava.
Meu avô morreu hoje, aos 77 anos de idade, por decorrência de um câncer devastador encontrado há poucos meses. Mas da pessoa que conheci já havia me despedido sem saber a mais tempo, antes do quadro se agravar. A última lembrança que terei dele é ainda em sua casa, quando já reclamava das seqüelas da cirurgia e sentia algumas dores, mas num momento se levantou e colocou no som uma de suas “bandinhas” de música alemã que tanto gostava e ouvia nos domingos. Ainda se animou a bater o pé no ritmo, olhando fixo pro chão. Talvez tenha sido a última vez que fez isso.
O carroceiro de Porto Vitória, quando jovem. O verdureiro da vizinhança, depois de velho. Sempre admirei ele fazer as coisas com as próprias mãos. Sabia carpintaria. Tinha uma estante com ferramentas que estavam durando há cerca de 50 anos, imagino. Mas também sabia muito da terra, do mato e do clima. Falava da natureza, nas suas caminhadas, coisas que nunca aprendi na faculdade.
Eu já sabia que quando ele se fosse ficaria pensando no quanto mais poderia ter aprendido com ele. Acho que, no fim, o maior legado que uma pessoa pode deixar é uma família. Sua história está feita. Sou grato à ele pela dedicação com que criou minha mãe.
Colocaste um quadro em minha mente
Decoraste a sala fria da razão com algo quente
Uma menina envolta em manta me sorria
Uma princesa envolta em manto de rainha
Minha vida eu vou cruzar com tal lembrança acesa
De pé na cama na manhã daquele dia
e ele deitado
Olha a princesa do cabelo despenteado
e vê que a ama
Decoraste a sala fria da razão com algo quente
Uma menina envolta em manta me sorria
Uma princesa envolta em manto de rainha
Minha vida eu vou cruzar com tal lembrança acesa
De pé na cama na manhã daquele dia
e ele deitado
Olha a princesa do cabelo despenteado
e vê que a ama
quinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Nota mental
Coisas que saem do forno estão muito quentes e não devem ser colocadas diretamente em contato com a língua.
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Coisas da vida...
Papo no msn:
-Cara, tá aí?
-Sim.
-Me dá um toque no meu celular que eu perdi ele no meu quarto.
-Tá.
-Bah, valeu, achei. =)
A paz da certeza
De que adianta todo riso.
Toda alegria.
De que serve o tempo livre,
todo aquele ócio.
Se a cabeça nunca para,
nunca para de pensar nela.
Adianta a tranquilidade.
De se sentir completo,
mesmo estando sozinho,
de não querer mais nada,
apenas uma coisa.
A paz da certeza,
pelo menos a certeza.
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